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Alexandre Ricci - Psicanalista

Psicanálise • Terapia de Resultados

Atendimento presencial e online.

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E QUANDO ENTENDER NÃO É SUFICIENTE?

Você pode saber de onde vem sua ansiedade.

Pode reconhecer seus padrões.

Pode compreender racionalmente aquilo que acontece com você.

E ainda assim, continuar repetindo.

Porque, compreender o sofrimento não significa necessariamente conseguir transformar a estrutura que o sustenta.

É nesse espaço entre compreender e reconstruir que se encontra grande parte do meu trabalho clínico.

UMA TRAJETÓRIA CONSTRUÍDA
A PARTIR DA ESCUTA

Sou Alexandre Ricci,

pós-graduado em psicologia e pós-graduado em psicanálise.

Meu trabalho clínico é atravessado por uma questão que considero fundamental:
o que acontece quando uma pessoa compreende seu sofrimento, mas continua organizada por ele?

Ao longo de 16 anos de prática clínica, essa pergunta me levou a investigar não apenas os sintomas apresentados, mas também as formas pelas quais cada pessoa constrói sua relação consigo mesma, com sua história, com seus vínculos e com o próprio futuro.

É dessa perspectiva que nasceu meu método próprio: REPSI - Reconstrução Psíquica Intensiva.

Uma maneira de pensar o tratamento que não reduz a pessoa ao diagnóstico, ao sintoma ou ao momento de crise.

Além da terapia convencional, para casos mais comuns, ofereço hoje para casos severos e especiais um método prático, testado e comprovado, um passo a passo intensivo em pacotes

de 3 meses, promovendo dezenas  de recuperações de pacientes, eu poderia dizer,

muitas vezes da água pro vinho. 

NEM TODO SOFRIMENTO PRECISA SER APENAS COMPREENDIDO

É preciso reconstruir a maneira
como existimos dentro dele.

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A TESE CENTRAL

O SOFRIMENTO TAMBÉM PODE
MUDAR A MANEIRA COMO
ENXERGAMOS A NÓS MESMOS

Uma experiência dolorosa pode não permanecer apenas como lembrança.

Ela pode começar a participar da maneira como interpretamos nossas relações, nossas escolhas, nossas capacidades e nosso próprio valor.

Com o tempo, aquilo que aconteceu pode deixar de ser apenas uma experiência passada e passar a participar da construção de quem acreditamos ser.

É nesse ponto que a questão deixa de ser apenas:

“Por que estou sofrendo?”

e passa a incluir:

“Que relação comigo mesmo foi construída a partir desse sofrimento?”

Essa é uma das questões fundamentais que orientam minha terapêutica.

REPSI -RECONSTRUÇÃO PSÍQUICA  INTENSIVA

método Clínico desenvolvido por alexandre ricci 

O método REPSI — Reconstrução Psíquica Intensiva — nasceu da

experiência clínica e da necessidade de organizar uma perspectiva de trabalho voltada para pessoas que não precisam apenas compreender o próprio sofrimento, mas também reconstruir aspectos da maneira como estão vivendo, se percebendo e se relacionando consigo mesmas.

O método estrutura o processo clínico em etapas que permitem compreender

o sofrimento, buscar maior estabilidade e trabalhar progressivamente os

elementos envolvidos na reconstrução psíquica.

Não se trata de uma promessa de eliminar o sofrimento humano.

Trata-se de criar condições para que a pessoa possa estabelecer uma

relação diferente com aquilo que vive.

Através de realizar tarefas e mudanças de habitos diarios, com metas

a serem cumpridas. Por dentro e por fora.

01  COMPREENDER

Reconhecer o que está acontecendo.

02 
ESTABILIZAR

Reduzir a desorganização que impede o trabalho psíquico.

03 
RECONSTRUIR

Investigar e trabalhar padrões, representações e formas de relação consigo mesmo.

04 
CONSOLIDAR

Transformar mudanças pontuais em novas possibilidades de funcionamento.

Você não precisa esperar o sofrimento
piorar para procurar ajuda

Essa é uma das questões centrais que orientam meu trabalho.

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“ ANSIEDADE E DEPRESSÃO
NÃO SÃO UM ESTADO ETERNO  ”

Não é esquecer. Não é fingir que não aconteceu.
Não é substituir sofrimento por pensamentos positivos.
E não é construir uma versão artificial de si mesmo.
Reconstruir é poder olhar para a própria história e investigar de que maneira ela passou a organizar o presente.
É perceber aquilo que se repete.
Aquilo que se evita.
Aquilo que se teme.
Aquilo que se espera.
E, principalmente, aquilo que passou a parecer tão natural que já não percebemos que também pode ser transformado.

Psicanalista

Alexandre Ricci

ALGUMAS PESSOAS ACEITARAM CONTAR COMO FOI VIVER ESSE PROCESSO:

No início, eu buscava apenas alívio para a ansiedade. Com o tempo, percebi que o processo era sobre reconstruir os alicerces. Não foi apenas entender o porquê eu sofria, mas aprender a me posicionar de um jeito novo diante das mesmas situações que antes me paralisavam totalmente.

Ana paula

O método trouxe uma clareza que eu não encontrava em conversas comuns. Existe um rigor e uma humanidade que andam juntos; as tarefas e o acompanhamento intensivo me ajudaram a sair daquela sensação de estar andando em círculos com os mesmos problemas de sempre.

Viver esse processo foi encarar que entender meus traumas era só o primeiro passo. A reconstrução psíquica exigiu uma entrega diferente, prática. Hoje percebo que a mudança não veio de um estalo, mas da constância e da maneira como a escuta clínica foi conduzida.

Eu sentia que estava presa a um diagnóstico que me definia. Nas sessões, fui aos poucos desconstruindo essa imagem e abrindo espaço para ser algo além do meu sintoma. Foi uma jornada de profundidade e, acima de tudo, de recuperação da minha própria autonomia.

37 anos

Rio de Janeiro

cibelle

32 anos

Juazeiro

Alessandra

48 anos

Petrolina

elaine

29 anos

Petrolina

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RECONSTRUÇÃO NÃO SIGNIFICA
APAGAR A HISTÓRIA

Não é esquecer.

Não é fingir que não aconteceu.

Não é substituir sofrimento por pensamentos positivos.

E não é construir uma versão artificial de si mesmo.

Reconstruir é poder olhar para a própria história e investigar

de que maneira ela passou a organizar o presente.

É perceber aquilo que se repete.    Aquilo que se evita.

Aquilo que se teme.    Aquilo que se espera.

E, principalmente, aquilo que passou a parecer tão natural que já não

percebemos que também pode ser transformado.

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